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Blog do Lidere 2017

Conectadas: o impacto da tecnologia nos negócios

O Conselho da Mulher Empresaria (CME), da Associação Comercial e Industrial de Londrina (ACIL), marcou presença no Lidere 2017, apresentando a Trilha de Interação “Conectadas: o impacto da tecnologia nos negócios”. Três representantes da diretoria do CME relataram os problemas e as soluções da nova era digital e apresentaram um case de sucesso de empresa que está usando as tecnologias a favor da gestão. Gabriela Guimarães, diretora de Formação e Desenvolvimento do CME “Hoje temos mais de uma geração trabalhando juntas na empresa e você precisa se adaptar, ter flexibilidade de como usar a tecnologia. Os integrantes da geração Milenium querem tudo muito rápido, os de outras gerações precisam descobrir as novidades. É preciso eliminar o conflito de gerações porque

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Sabin: uma empresa que valoriza pessoas

Por Danilo Marconi   Nos olhos, brilho. Nos rostos, sorrisos. O público em pé e os aplausos não simbolizavam apenas o respeito a empresária Janete Vaz, última palestrante do primeiro dia do Lidere 2017, mas o prazer pela experiência e compartilhamento daquele momento. A mineira de 63 anos conseguiu cativar todos os presentes no Espaço Villa Planalto, em Londrina. Em pouco mais de 50 minutos, ela apresentou o Laboratório Sabin, império construído com “sonhos”, como ela mesma definiu, empresa que há 12 anos está entre as dez melhores para se trabalhar do Brasil. O Laboratório Sabin começou com apenas três funcionárias, hoje conta com mais de 4 mil colaboradores, e é dona do parque tecnológico mais avançado da América Latina,

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Startups: ‘Sem dinheiro você não vai a lugar nenhum’

Por Micaela Orikasa     “Você pode ter até um bom capital intelectual, mas sem dinheiro você não vai a lugar nenhum”.  Esse foi o recado que o co-fundador do Broota Brasil, Ricardo Politi, destacou no palco Inovação, no primeiro dia do Lidere. Ele falou sobre um grande desafio do mercado atual: a captação de recursos.  “Levantar capital para inovação no Brasil não é fácil”, disse, para em seguida apontar alguns princípios básicos. “É preciso começar com algumas perguntas, começando com por que, quanto, de quem e quando captar”, completa. Ao apontar os principais instrumentos de investimento, que incluem investimento direto (capital social, participação acionária), assim como contrato de investimento anjo, entre outros, Politi defende que o Título de Dívida

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Apesar de tudo, Brasil

Por Marcelo Frazão   O Brasil não está para amadores, mas mesmo assim o consultor Luiz Carlos Ewald  (você já deve tê-lo visto como o “doutor Dinheiro” no Fantástico) é um otimista com a economia. Apesar dos pesares. “Estávamos muito pior. O que temos agora são indicadores bem razoáveis”, aponta ele, logo após falar da conjuntura política e econômica no Lidere, no palco simultâneo, nesta 4a feira (4). “O Temer é um mal necessário. Mesmo diante de tudo, a equipe econômica do Meirelles está agindo”, diz. “Temos que engolir. Não tem jeito”. O consultor fez uma retrospectiva da política-econômica brasileira de Fernando Henrique Cardoso até Lula e Dilma. “Nesse período, trocamos a divida externa pela interna. Saímos de uma dívida

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Mundo VUCA, o desafio das empresas

Por Marilayde Costa     “Vivemos num momento de grande ruptura, na verdade uma grande oportunidade de transformar a humanidade”. Com esta afirmação Guilherme Soarez, CEO da HSM Educação Executiva, iniciou sua palestra na tarde desta quarta-feira (4) no Palco Liderança do Lidere 2017. Soares frisa que vivemos um mundo “VUCA”, que significa Volátil, Incerto, Complexo e Ambíguo. Neste cenário efêmero, pesquisas apontam que as tecnologias e os seres humanos se adaptam rapidamente, mas as empresas e o setor público deixam a desejar, não conseguem acompanhar a rapidez das mudanças, até mesmo as políticas e econômicas. Na avaliação dele, é muito importante que os empreendedores deixem de ser frágeis e se tornem mais resilientes. “A empresa antifrágil melhora na situação

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Governança corporativa, um desafio para a empresa familiar

As empresas familiares estão no topo das que mais geram valor na economia brasileira. Porém, enfrentam o dilema da sucessão administrativa. Algumas não chegam à terceira geração. O desafio é grande, mas conseguir desenvolver uma governança corporativa é um passo importante para assegurar o futuro e a longevidade do grupo. “Governança Corporativa em Empresas Familiares” foi um dos temas da Trilha de Interação Value, no primeiro dia do Lidere 2017, evento empresarial realizado pelo ACIL, e que acontece esta quarta-feira (5). Compliance e auditoria interna também foram debatidos no evento. Quando o assunto é dúvidas sobre governabilidade empresarial e sucessão, os brasileiros não estão sozinhos. Pesquisas apontam que, no mundo, 43% das empresas não têm plano de sucessão. São grupos

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